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A melhor IPA do mundo. E outras cinco cervejas brasileiras recém-premiadas

A cerveja Atrás do Bloco foi escolhida como a melhor IPA do mundo pelo orld Beer Awards 2026

Seis rótulos nacionais foram aclamados pelo World Beer Awards 2026, uma das mais prestigiadas premiações mundiais do setor.

O maior destaque foi a Atrás do Bloco, produzida pela cervejaria Landel, de Campinas (SP), que levou o prêmio de melhor IPA (India Pale Ale) do mundo, além de ficar em primeiro lugar em sua categoria específica, a Milkshake IPA/New England IPA. Com 7,5% de teor alcoólico, a bebida foi originalmente criada para o Carnaval. Só que fez tanto sucesso que continuou sendo comercializada. Sua versão em lata de 473 ml é vendida por R$ 36.

O estilo IPA rendeu outras duas campeãs brasileiras na edição 2026 da competição, organizada desde 2007 por uma editora britânica especializada.

A Jade, da Therezópolis, é a mais fácil de encontrar nos supermercados das grandes cidades, especialmente depois que a marca foi adquirida pela Coca-Cola FEMSA, em 2021. A cerveja venceu na categoria English Style IPA e tem 6,5% de teor alcoólico. A garrafa de 500 ml é encontrada na faixa dos R$ 11.

A Orange Kush, vencedora entre as Speciality IPAs concorrentes, é mais difícil de achar. A variedade é preparada pela cervejaria Unika, da pequena Rancho Queimado (SC), a 65 quilômetros de Florianópolis, e tem produção sazonal. Tem 6,6% de álcool e leva tangerina, limão-galego e uma alta carga de lúpulos.

A lista dos premiados verde-amarelos traz também a vistosa Jane M.F. Sour, reconhecida na categoria Catharina Sour, primeiro estilo de cerveja genuinamente brasileiro reconhecido pelo Beer Judge Certification Program, organização americana que certifica juízes e estabelece referências internacionais para os diferentes estilos da bebida. A receita é da Faroeste Beer, de Santa Catarina, claro, mais precisamente de Itajaí, e leva maracujá e hibisco, em uma cerveja de baixo amargor e teor alcoólico de 4,4%.

A distinção como melhor Heritage Beer para a cerveja Kaptain Lisa, da Stannis, de Jaraguá do Sul (SC), é outra prova da incrível riqueza do mercado cervejeiro nacional. Com nada modestos 9,6% de álcool e com bom amargor, a bebida é uma Adambier, um estilo histórico originário de Dortmund, na Alemanha, que quase entrou em extinção antes de ser salvo pelas microcervejarias mais atentas. Seu nome é uma homenagem à jogadora de futebol Lisa Klemann, primeira capitã da equipe feminina do Borussia Dortmund. A garrafa de 375 ml custa R$ 59 no site da cervejaria.

É o motorista da vez? Então você vai gostar de quem levou o troféu da categoria No & Low Alcohol Stout & Porter: a Coffee Dry Stout, da Sim!, de Campinas. A cerveja é classificada como sem álcool (traz apenas 0,3%), leva café entre os ingredientes e, na boca, apresenta notas de café, por óbvio, malte torrado e chocolate. A lata de 350 ml é vendida no site da cervejaria por exatos R$ 17,12.
Além dos prêmios principais, as cervejas brasileiras conquistaram 125 medalhas na competição. Foram 55 de ouro, 36 de prata e 34 de bronze, distribuídas entre 37 cervejarias

(Todos os preços foram consultados em agosto de 2026)

Confira a lista de todos os vencedores e medalhados

Confira as páginas do Instagram das grandes campeãs:
@cervejarialandel
@cervejatherezopolis
@cervejariaunika
@sim.cerveja
@faroestebeer
@cervejastannis

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Pouco conhecida fora da Argentina, ainda hoje é comercializada em supermercados e pequenas bodegas do país. Nem sempre é fácil de achar. A garrafa custa por volta de 40 reais.

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