Os grandes torneios de tênis do mundo costumam ser palcos de novidades para o mercado de luxo. Não seria diferente com o US Open, que está reunindo até 13 de setembro os principais jogadores do esporte em Nova York.
A famosa marca francesa Moët & Chandon, por exemplo, está aproveitando o torneio, do qual é patrocinadora, para apresentar um novo drinque de verão preparado com seu champanhe Ice Impérial, próprio para ser apreciado com gelo.
Trata-se do Moët Serve. O coquetel é simples: mistura o champanhe com três cubos de gelos enfeitados com uma rodela de limão. Seu diferencial é a maneira como é servido, em uma lata comemorativa transparente que imita uma caixa de bolas de tênis. O drinque é montado na frente do cliente e selado individualmente, o que permite ao consumidor transportá-lo facilmente e, o que é mais divertido para os fãs de tênis, tirar o invólucro com um efeito semelhante ao de abrir uma embalagem com bolas novinhas em folha.
A bebida é vendida no complexo de Flushing Meadows, onde ocorre o torneio, e em poucos locais em Manhattan, como o Electric Lemon e o Hard Rock Hotel.
O desafio da LVMH, dona da vinícola francesa, é fazer frente ao enorme sucesso alcançado pelo Honey Deuce, bebida icônica do torneio, preparada com vodca Grey Goose, pertencente à Bacardi, licor de framboesa, limonada e três bolinhas de melão. Apenas em 2025, foram vendidas 738.459 unidades, um aumento de 32% em relação a 2024.
A disputa vai muito além do sabor. A forma de apresentação é central. Muitos compram o Honey Deuce especialmente para ter um souvenir, uma lembrança de estar em um evento tão importante, um momento único. Será que o copo diferentão do Moët Serve também vai cumprir esse papel?
Talvez o preço resolva a disputa. O Honey Deuce custa, em 2026, 23 dólares contra 32 dólares do Moët Serve. Uma diferença significativa de 39%, mesmo em um ambiente de endinheirados


