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Em busca de um bom malbec, Miolo compra vinícola na Argentina

Eis uma boa notícia para os brasileiros que gostam de vinho. A Miolo anunciou no início de dezembro a compra da Bodega Renacer, localizada no entorno de Mendoza, na Argentina, aos pés da Cordilheira dos Andres.

É uma vinícola boutique, com 30 hectares de vinhedo, alguns com mais de 70 anos, e equipamentos modernos. Produz, entre outras uvas, cabernet franc, cabernet sauvignon e, claro, malbec.

Sua produção anual é de 1,3 milhão de garrafas por ano, com foco no mercado premium e em exportação. Dá para comprar alguns de seus (bons) rótulos em supermercados brasileiros. O local tem ainda um restaurante com uma estrela Michelin e um programa de enoturismo concorrido entre os brasileiros.

O anúncio é alvissareiro não apenas porque, enfim, um vinícola brasileira começa seu processo de internacionalização. Mas também porque aprofunda um intercâmbio tecnológico, de conhecimento e de experiência com um dos maiores mercados de vinho do mundo.

A Bodega Renascer fica exatamente em Luján de Cuyo, a primeira denominação de origem do continente americano, a aproximadamente 20 quilômetros de capital argentina da viticultura.  

É o quinto terroir da Miolo. A empresa tem cerca de mil hectares de vinhedos no Brasil, divididos entre o Vale dos Vinhedos, onde a vinícola foi fundada no final dos anos 1980; o Vale do São Francisco, na Bahia; o Seival, na Campanha, e o Almadén, na fronteira com o Uruguai, adquirida pelos gaúchos em 2009. A vinícola produz, no total, 10 milhões de garrafas por ano.

Quem sabe, em breve, não teremos também um bom malbec brasileiro?

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A coloração alaranjada do Jägermeister Orange contrasta com o âmbar comercializado nas tradicionais garrafas verdes. O modo de consumo recomendado pelo fabricante é o mesmo: deixar a bebida no congelador e servir bem gelada, a 18 graus Celsius negativo, segundo eles. A menor intensidade no amargor faz a novidade também ser sugerida para o preparo de drinques, também na linha do boom da coquetelaria mundial.

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