Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Um pinguim de estimação num boteco na Baixada Fluminense

Acredite se quiser: um pinguim passou uma temporada no botecão aí acima, em São João de Meriti (RJ), na Baixada Fluminense.

A ave foi levada ao bar por um cliente que a encontrou em uma praia do Rio de Janeiro. De cara, conquistou a simpatia do dono, o português Belmiro Rodrigues, na foto de camisa branca e gravata atrás do balcão.

O bicho era tratado como de estimação. ‘Seu Belmiro’ comprava sardinhas para alimentá-lo e sempre deixava por perto uma bacia d’água com cubos de gelo para refrescar o animal antártico no calorão típico da região. O bicudo, que tinha perto de 30 centímetros de altura, ficou lá por três meses, com livre circulação no meio da galera.

O Café, Bar e Bilhar Original funcionou de meados dos anos 1960 até o começo da década seguinte em um imóvel no centro da cidade, exatamente onde hoje está o Shopping Matriz.

O local era enorme: além das mesas da entrada, tinha um salão com doze mesas de bilhar e uma barbearia ao fundo. Abria de manhã, com pães na chapa para quem ia pegar o trem, até de noite, entre sanduíches de carne e tábuas de frios.

Todo mundo ia ali, do padre ao prefeito – o que fazia do bar, entre chopes e tacadas, cenário de muitas decisões políticas do município, que conquistou sua autonomia de Nova Iguaçu em 1947.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Veja mais

Posts relacionados:

O que os alemães bebiam na Paris ocupada na Segunda Guerra

O que os alemães bebiam na Paris ocupada na Segunda Guerra

O Barman do Ritz de Paris é um daqueles livros com todos os ingredientes para virar um filmaço. É também uma aula para quem gosta de drinques bem feitos e história.  

Seu autor, Philippe Collin, remonta fatos reais para trazer uma narrativa envolvente que tem como pano de fundo a ocupação alemã na capital francesa durante a Segunda Guerra.

Outra celebridade tem uma bebida para chamar de sua: o uísque da Beyoncé

Outra celebridade tem uma bebida para chamar de sua: o uísque da Beyoncé

Os astros internacionais do cinema e da música encontraram no mercado de bebidas alcoólicas mais um negócio lucrativo.

Tem o gim do Brad Pitt, o The Gardener; a tequila do George Clooney, a Casamigos; os coquetéis da Jennifer Lopes, a Delola; o rum do Bruno Mars, o SelvaRey…

Agora, acaba de ser lançado o uísque da Beyoncé: o SirDavis.

Série americana ‘Emily in Paris’ ganha homenagem de clássico aperitivo francês

Série americana ‘Emily in Paris’ ganha homenagem de clássico aperitivo francês

A quarta temporada da série Emily in Paris estreia apenas em agosto, mas seus fãs ganharam uma razão a mais para viver a expectativa da continuação da história.

Isso porque o centenário aperitivo francês Lillet, produzido com vinho de Bordeaux , acaba de lançar dois rótulos para celebrar a produção americana – deixando de lado qualquer antagonismo entre os dois países.

Johnnie Walker lança um uísque especial para preparar drinques

Johnnie Walker lança um uísque especial para preparar drinques

Os puristas certamente vão torcer o nariz. A marca de uísque escocês Johnnie Walker lançou recentemente uma versão própria para preparar drinques: o Johnnie Walker Black Ruby.

A novidade é mais um movimento da Diageo, multinacional dona do rótulo, de convencer as novas gerações a incluírem os uísque entre suas opções. A novidade é descrita por bebedores que a experimentaram em primeira mão como suave e com uma expressão mais doce e frutada. O marketing falou em “tons fortes de frutas vermelha, a doçura do mel e notas ricas de figos, ameixas e cereja marrasquino”. A ideia é vender um uísque para paladares menos acostumados a amargos.

Para ficar com inveja de quem vai beber na maior festa de cerveja do mundo

Para ficar com inveja de quem vai beber na maior festa de cerveja do mundo

São impressionantes os números da Oktoberfest, a legítima, em Munique, que começa agora em 21 de setembro e vai até 6 de outubro.

Sua tradição é única. A primeira edição ocorreu há 204 anos, em 1810. Só não foi realizada em 26 ocasiões, sempre por razões muito bem justificadas, como a invasão de Napoleão, surtos de cólera, a Segunda Guerra Mundial e, mais recentemente, por causa da Covid.