Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Rum Bacardí e Coca-Cola preparam o lançamento da Cuba Libre em lata

Se alguém ainda tinha dúvidas que os coquetéis prontos para beber vieram para ficar, basta prestar atenção nos movimentos da Coca-Cola, a número 1 do setor do bebidas.

A empresa anunciou agora em setembro parcerias com outras duas marcas famosas para colocar seus tentáculos no segmento RTD (na sigla em inglês de ready-to-drink): Bacardí e Jack Daniel’s.

A mais impactante delas é a dobradinha com o rum Bacardí para criar uma espécie de Cuba Libre em lata.

O drinque é um clássico da coquetelaria internacional e combina o refrigerante, o rum e limão-taiti. A história mais famosa é que a mistura surgiu no American Bar, em Havana, no início do século XX, nas comemorações da Guerra Hispano-Americana, que resultou na independência de Cuba.

A latinha de Cuba Libre, de 355 mililitros, estará nos pontos de vendas em 2025. Leva Coca e rum – o limãozinho terá de ficar por nossa conta.

A ideia é disponibilizar inicialmente o produto no México e em alguns países europeus.

O teor alcoólico será de 5,9% ABV, equivalente a uma cerveja e bem menos do que uma Cuba Libre nas mãos de um bom barman (só como referência, o teor alcoólico do rum varia em torno dos 40% ABV).

“Continuamos a desenvolver nosso portfólio como uma empresa completa de bebidas. Esse novo relacionamento está relacionado com nossa expansão estratégica e estamos ansiosos para o lançamento do Bacardí Mixed com Coca-Cola”, disse James Quincey, presidente e CEO da The Coca-Cola Company.

Uísque batizado
O outro lançamento é uma combinação de Coca-Cola Cherry com o uísque Jack Daniel’s – sim, também pensei ‘que tranqueira é essa…’

A bebida será comercializada apenas nos Estados Unidos, e de forma temporária, em latas de 350 mililitros. Seu teor alcoólico é de 7% ABV e custa 13 dólares por quatro unidades.

É um teste para ver se conseguem dar nova vida à linha que inclui as linhas Jack Daniel’s & Coca-Cola e Jack Daniel’s & Coca-Cola Zero Açúcar, lançadas em 2022 e vendidas no Brasil de 2023.

Honestamente, não gastaria meus reais com essa versão com uísque, mas quero ver se a combinação com rum tem algum suingue mesmo.

Uma resposta

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Veja mais

Posts relacionados:

A margarita da J-Lo: 125 calorias, 8 gramas de carboidrato, zero de gordura e sem glúten

A margarita da J-Lo: 125 calorias, 8 gramas de carboidrato, zero de gordura e sem glúten

A marca de bebidas criada pela atriz Jennifer Lopez mantém a estratégia de investir em versões mais suaves de drinques tropicais.

A Delola (Lola é um apelido familiar da atriz) aproveitou o início do verão do hemisfério norte para apresentar a Margarita Light.

Um pinguim de estimação num boteco na Baixada Fluminense

Um pinguim de estimação num boteco na Baixada Fluminense

Acredite se quiser: um pinguim passou uma temporada no botecão aí acima, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

A ave foi levada ao bar por um cliente que a encontrou em uma praia do Rio de Janeiro. De cara, conquistou a simpatia do dono, o português Belmiro Rodrigues, na foto de camisa branca e gravata atrás do balcão.

Mais famoso clube de uísque do mundo reabre bar na Escócia após reforma de R$ 3 milhões

Mais famoso clube de uísque do mundo reabre bar na Escócia após reforma de R$ 3 milhões

O The Scotch Malt Whisky Society é o mais famoso clube de uísque do mundo, com mais de 37.000 membros de mais de vinte países.

Cappielo: o artista que usou sua arte para vender vinho, cerveja, vermute, vodca…

Cappielo: o artista que usou sua arte para vender vinho, cerveja, vermute, vodca…

Você nunca ouviu falar de Leonetto Cappielo, mas é grande a chance de já ter visto alguma de suas obras mais famosas. Muito antes da era digital, esse artista italiano ajudou a revolucionar a estética dos cartazes publicitários, no início do século XX.

Os pôsteres eram uma das ferramentas de marketing mais poderosas para vender bebidas alcóolicas naquele tempo. As peças eram coladas em cafés, bares e nas ruas movimentadas das capitais europeias, tornando esses ambientes mais coloridos e divertidos.

O que os alemães bebiam na Paris ocupada na Segunda Guerra

O que os alemães bebiam na Paris ocupada na Segunda Guerra

O Barman do Ritz de Paris é um daqueles livros com todos os ingredientes para virar um filmaço. É também uma aula para quem gosta de drinques bem feitos e história.  

Seu autor, Philippe Collin, remonta fatos reais para trazer uma narrativa envolvente que tem como pano de fundo a ocupação alemã na capital francesa durante a Segunda Guerra.