Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

O saquê produzido no espaço que vai custar mais de 4 milhões de reais

Os experimentos etílicos estão prestes a atingir um novo patamar. Os japoneses da quase bicentenária Asahi Shuzo estão decididos a fabricar um saquê espacial.

O ousado e inovador empreendimento da empresa dona da famosa marca Dassai, fundada em 1830, foi apresentado na segunda semana de dezembro.

A ideia é aproveitar o ambiente de microgravidade fora da atmosfera para obter um outro tipo de fermentação. “A diferença na gravidade pode afetar a forma como o calor é transferido no processo”, explica Souya Uetsuki, o responsável pela parte técnica da iniciativa. Ele diz, no entanto, que não há garantia de 100% de êxito.

Os testes serão realizados na Estação Espacial Internacional (ISS), no módulo Kibo, sob administração da Agência de Exploração Aeroespacial japonesa. Ali está instalado um centro experimental de biologia celular, que tem a capacidade de replicar a gravidade da Lua.

O plano é enviar para o espaço, no segundo semestre de 2025, quantidade suficiente de arroz Yamada Nishiki (de grão curto, próprio para a fabricação de saquê de alta qualidade), fermento koji, levedura e água para produzir cerca de 520 gramas de moromi, um subproduto do saquê. Todo processo será realizado por um sistema automatizado.

O moromi retornará à Terra congelado. Em seguida, o fermentado espacial será destilado para a produção de uma única garrafa de 100 mililitros, a Dassai MOON – Space Brew.

A intenção é vender essa raridade por 100 milhões de ienes, ou mais ou menos 4 milhões de reais, o que certamente vai atrair apenas ricaços malucos interessados em conhecer mais o universo. O valor será utilizado em futuras iniciativas espaciais japonesas.

Seus criadores não são nada modestos e pensam láááááá na frente. No material de apresentação do projeto, eles avisam: “Nossa visão de longo prazo inclui usar água lunar e arroz para preparar Dassai diretamente na Lua”.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Veja mais

Posts relacionados:

Série americana ‘Emily in Paris’ ganha homenagem de clássico aperitivo francês

Série americana ‘Emily in Paris’ ganha homenagem de clássico aperitivo francês

A quarta temporada da série Emily in Paris estreia apenas em agosto, mas seus fãs ganharam uma razão a mais para viver a expectativa da continuação da história.

Isso porque o centenário aperitivo francês Lillet, produzido com vinho de Bordeaux , acaba de lançar dois rótulos para celebrar a produção americana – deixando de lado qualquer antagonismo entre os dois países.

O legado da xilogravura de J. Borges nas garrafas da Cachaça 51

O legado da xilogravura de J. Borges nas garrafas da Cachaça 51

Dá, sim, para fazer marketing de bebidas de maneira inteligente e, ao mesmo tempo, valorizar a cultura brasileira.

Um exemplo é a ação da Companhia Müller de Bebidas para vender sua Cachaça 51 nas festas juninas nordestina.

A empresa paulista convidou o pernambucano J. Borges, mestre brasileiro da xilogravura, para fazer as embalagens das garrafas e latas de sua marca para a temporada.

Gim com toque brasileiro é reconhecido como o melhor do mundo

Gim com toque brasileiro é reconhecido como o melhor do mundo

Uma destilaria de gim na área rural de Campinas, no interior de São Paulo, tem se destacado em premiações internacionais, alcançando mais de 60 medalhas desde 2018.

O grande diferencial da BEG Gin é temperar os clássicos zimbro e semente de coentro de um gim seco clássico com botânicos cheios de brasilidade, como, por exemplo, as folhas de pitangueira, o sabugueiro-do-Brasil, a laranja lima e a mexerica ponkan.

Os cartões-postais de antigamente que não deixavam ninguém sóbrio

Os cartões-postais de antigamente que não deixavam ninguém sóbrio

O envio de cartões postais com piadas e frases de duplo sentido foram muito comuns no século XX – e muito deles tratavam de bares e bebedeiras.

Em um tempo sem transporte eficiente e muito menos sem internet, essas correspondências eram usadas para contar sobre viagens, fazer convites, falar das novidades, avisar que estava chegando ou simplesmente manter contato, como hoje podemos fazer simplesmente com uma mensagem no Whatsapp. De um lado do cartão, ficava uma imagem que chamasse a atenção por uma razão. Da outra, um espaço para o endereço do destinatário e uma breve mensagem. O envio era feito pelos Correios.

Mais famoso clube de uísque do mundo reabre bar na Escócia após reforma de R$ 3 milhões

Mais famoso clube de uísque do mundo reabre bar na Escócia após reforma de R$ 3 milhões

O The Scotch Malt Whisky Society é o mais famoso clube de uísque do mundo, com mais de 37.000 membros de mais de vinte países.