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Poeminhas bêbados de Millôr Fernandes

Além de incontáveis crônicas, desenhos, fábulas, frases e ideias fantásticas, o genial Millôr Fernandes nos brindou com dois poemas que ilustram com perfeição a sensação depois de tomar umas num bar, pub, boteco, quiosque, bodega, ou seja lá onde for.

O Cultura de Bar estreia com esses dois tesouros da poesia cinética, para que o artista sempre inspire este novo projeto com a criatividade e a perseverança que marcaram sua vida.

A intenção é trazer para este espaço tudo o que está relacionado ao universo de comer, beber e viver bem e com alegria. Da elegância de Paris e Nova York aos grotões do Brasil ou da Bolívia. Do uísque escocês a cachaça temperada com raízes. Dos tremoços ao caviar.

Cultura de Bar quer experimentar de tudo. Para nunca faltar conversa boa na frente de um balcão. E você é nosso convidado

Este é o primeiro das poesias cinética do Millôr.


E, como ninguém é de ferro, aí vai mais uma dose.

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O Instituto do Vinho do Porto e do Douro criou no início do ano a classificação 80 anos para os Tawny, sua variedade que tem um envelhecimento prolongado. Para ter essa distinção no rótulo, o blend precisa ter idade média com, no mínimo, 8 décadas de guarda. Em outras palavras, são utilizados vinhos produzidos com uvas cultivadas na primeira metade do século XX.

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O melhor de tudo é que ele faz isso em texto e desenhos.

O Jaguar é um humorista carioca com rica carreira em veículos de comunicação, contribuindo para o Pif-Paf, do Millôr Fernandes, e ajudando a criar O Pasquim. Está com 92 anos.

Suas impressões sobre o que o compositor Abel Silva chamou um dia de ‘o descanso do lar’ estão reunidas no ótimo livro “Jaguar de Bar em Bar – Confesso que Bebi, Memórias de um Amnésico Alcoólico, lançado em 2001.

Em 158 páginas, o Jaguar traz suas lembranças sobre bares clássicos do Rio de Janeiro onde tomou um chopinho (ou bem mais do que isso), muitas vezes acompanhado por uma dose do digestivo alemão Underberg.

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Pouco conhecida fora da Argentina, ainda hoje é comercializada em supermercados e pequenas bodegas do país. Nem sempre é fácil de achar. A garrafa custa por volta de 40 reais.

A bebida foi criada em 1864 pelo imigrante americano Melville Sewell Bagley, que se estabeleceu em Buenos Aires em meio ao crescimento urbano e comercial da cidade. Inicialmente foi apresentada como um ‘bitter estomacal’, dentro de uma ideia comum à época de que as bebidas alcoólicas podiam fazer bem à saúde.