Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Você tem de seguir! A cantora de moda de viola que conquistou os botecos do Triângulo Mineiro

@amalacanta

No início do ano, a educadora física Maria Laís dividia seu tempo entre dar aulas como personal trainer em Araguari (MG) e fazer apresentações musicais em bares arrumadinhos na região de Uberlândia (MG).

Tudo mudou quando ela iniciou a saga Fazendo Alegria dos Botecos na sua conta do Instagram, a @amalacanta, apoiada por um casal de amigos.

A proposta é das mais simples: aparecer de surpresa a um boteco raiz da cidade e começar a tocar violão e cantar músicas populares.

Como chega sem avisar, seu público é o que está por lá, tomando uma cerveja, comendo um negocinho, jogando uma sinuquinha ou simplesmente jogando conversa fora.

Tem bêbado chato? Alguns… A grande maioria, no entanto, é de um povo que entra no clima e faz coro aos sucessos de modas de viola antigas e clássicos sertanejos.

“É como se você estivesse em uma roda de amigos tocando violão, com uma cervejinha”, explica a artista.

Ela toca de tudo um pouco. Boate Azul, Último Adeus, Evidências, Talismã, Dormi na Praça… Além das canções conhecidas, também tem espaço no repertório para músicas de sua autoria.

De forma simples, o projeto da Maria Laís, ou Mala, como os amigos a chamam, consegue mostrar sem filtros o verdadeiro espírito dos autênticos botecos brasileiros, revelando a alegria e o convívio amistoso de seus frequentadores.

A fórmula fez sucesso instantâneo nas redes sociais.

O primeiro vídeo, no Boteco do Marcão, teve mais de 2 milhões de exibições. Em menos de 6 meses, sua conta no Instagram pulou de algumas centenas de seguidores para mais de 400 mil.

Sua área de atuação por enquanto é Uberlândia, no Triângulo Mineiro, a segunda maior do estado, com 712.000 habitantes.

Mala calcula ter visitado até o momento “50 para mais” bares, sempre acompanhado por colegas que a ajudam na produção.

Os locais de visita são decididos minutos antes da apresentação-relâmpago. “Chegamos de sempre de surpresa”, diz.

Histórias são muitas.

No Bar do Roberto, um dos frequentadores, o Zezinho, se emocionou ao ouvir e cantar junto a canção Meu Disfarce, do Bruno e Marrone. “Deve ter dado saudade da morena”, brinca Mala. “Hoje ele é nosso amigo”.

O Marcão, dono do bar que deu início à saga, também estabeleceu uma amizade com a cantora e a convidou para tocar em sua festa de aniversário. “Foi uma grande honra”, diz.

O crescimento do @amalacanta abriu novas oportunidades artísticas para Maria Laís.

Além dos fãs da internet, a cantora já recebeu convite para apresentações em eventos particulares e shows e outros estados.

A fama rendeu até um momento de tietagem explícita para alguém apaixonada por música caipira: um encontro ao vivo e em cores com o cantor Daniel, devidamente registrado no Instagram.

Quem sabe ele não encara participar um dia da saga Fazendo a Alegria no Boteco?

A seguir, veja três vídeos da Saga para você conhecer um pouco mais dos botecões do interiorzão do Brasil.

Se quiser ver mais, é só ir no Instagram ou no Tik Tok da Mala, que têm a mesma direção: @amalacanta.

@amalacanta

Saga fazendo a alegria do boteco. Bar do Toim parte 1. #buteco #boteco #sertanejo #sofrencia #voz #raiz #cerveja

♬ som original – Mala
@amalacanta

Saga fazendo a alegria do boteco. Toca Raul? #cantando #Cover #sertanejo #raiz #voz #sofrencia

♬ som original – Mala
@amalacanta

Olha a reação dele! Largou tudo e veio cantar junto! #cover #sertanejo #cantando #raiz #boteco

♬ som original – Mala

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Veja mais

Posts relacionados:

Destilado de sidra conecta a Normandia com a nova geração do uísque japonês

Destilado de sidra conecta a Normandia com a nova geração do uísque japonês

Calvados é um destilado da sidra (o fermentado de suco de mação) produzido na Normandia francesa. É uma bebida clássica, feitas de maçãs especialmente cultivadas

Campari envelhecido em barris de bourbon, rum e tequila? Temos!

Campari envelhecido em barris de bourbon, rum e tequila? Temos!

Os fãs de Campari estão em alvoroço.

A tradicional marca italiana, de sabor amargo, acaba de lançar uma edição limitada com três variedades envelhecidas respectivamente em barris de bourbon, rum e tequila.

A coleção Campari Cask Tales Trilogy propõe combinar a personalidade da bebida com sabores reconhecidos mundialmente. A produção teve o apoio de empresas que integram o conglomerado da Campari.

Gim premium japonês será produzido em destilaria neutra em carbono

Gim premium japonês será produzido em destilaria neutra em carbono

O cuidado em se alinhar com as preocupações ambientais começa, aos poucos, a aparecer na indústria de bebidas. A produtora japonesa do gim premium KI

O legado da xilogravura de J. Borges nas garrafas da Cachaça 51

O legado da xilogravura de J. Borges nas garrafas da Cachaça 51

Dá, sim, para fazer marketing de bebidas de maneira inteligente e, ao mesmo tempo, valorizar a cultura brasileira.

Um exemplo é a ação da Companhia Müller de Bebidas para vender sua Cachaça 51 nas festas juninas nordestina.

A empresa paulista convidou o pernambucano J. Borges, mestre brasileiro da xilogravura, para fazer as embalagens das garrafas e latas de sua marca para a temporada.

Memes do papa revelam ao mundo o digestivo Malört, ícone de sua cidade natal

Memes do papa revelam ao mundo o digestivo Malört, ícone de sua cidade natal

As brincadeiras na internet sobre a escolha do papa Leão XIV tornaram mundialmente famosa uma bebida que é considerada um símbolo de Chicago, cidade natal do novo pontífice: o digestivo Jeppson’s Malört, conhecido por seu forte amargor.
Jeppson’s Malört é um digestivo licoroso, herbáceo, com 35º de teor alcoólico e extremamente amargo, originário da Suécia, onde foi usada por séculos para tratar de problemas digestivos, talvez por ter como ingrediente principal a Artemisia absinthium – sim, a mesma base do absinto da Europa ocidental, que atraiu Van Gogh, Picasso, Toulose-Lautrec, entre outros artistas, na passagem dos séculos XIX e XX.